domingo, 26 de julho de 2015

ELÉKTRON (DC COMICS)

Eléktron é um super-herói da editora DC Comics, criado na Era de Prata como uma reinvenção do antigo herói da Sociedade da Justiça, o Átomo.

Átomo original

Criado por Ben Flinton e Bill O'Connor, o Átomo original, Al Pratt, apareceu pela primeira vez em All-American Comics #19 (outubro de 1940), da All-American Publications. Ele não tinha o poder de encolher como seu sucessor; antes, ele era um estudante de física de 1,60m, que era apelidado por seus colegas de faculdade de Átomo devido a seu tamanho, depois, ele ganhou superforça, invulnerabilidade e um "Soco Atômico" ao ser exposto à radiação por um de seus inimigos, o Cyclotron.

Átomo da Era de Prata

O Eléktron foi o físico e professor universitário Ray Palmer, com aparecimento em 1961 na revista Showcase #34 e que teve Gil Kane como seu principal desenhista. Ele confeccionou um cinto a partir do material duma estrela anã branca, que permitia a ele encolher e ter controle sobre seu peso. Ele desapareceu na serie Crise Infinita.
Assim como o Átomo original, depois dos anos 60 ele não apareceu muito em histórias próprias, atuando mais como participante da Liga da Justiça da América.

Outros Átomos

Há ainda um terceiro herói, Adam Cray, um coadjuvante das histórias do Esquadrão Suicida, mas que foi assassinado; e um quarto, Ryan Choi, que surgiu em Agosto de 2006 em uma nova série que relança o personagem.

Poderes

Ray Palmer pode encolher a tamanhos microscópicos e até subatômicos, mantendo a mesma força que tem em tamanho normal. Ele também pode aumentar sua densidade, ficando extremamente pesado. Esta habilidade combinada com o encolhimento é muito útil para desequilibrar ou tombar oponentes.
Eléktron
Dados da publicação
Publicado porDC Comics
Primeira apariçãoCray:
Suicide Squad #44 (Agosto de 1990)
Choi:
DCU: Brave New World (2006)
Criado porCray:
John Ostrander
Choi:
Gail Simone
Grant Morrison
Características do personagem
Alter egoAl Pratt
Ray Palmer
Adam Cray
Ryan Choi
AfiliaçõesCray:
Esquadrão Suicida
HabilidadesTodos, exceto Pratt: Capaz de encolher o seu corpo em diferentes graus (incluindo o nível subatômico), enquanto manipulava o seu peso e massa a seu favor.
Choi: Perito em Nanotecnologia.















PINGUIM (DC COMICS)

Pinguim (em inglês: Penguin) é um personagem fictício de histórias em quadrinhos da DC Comics, sendo um dos vilões mais tradicionais de Batman. Sua primeira aparição foi na edição 58 da revista Detective Comics, de dezembro de 1941. 
Seu nome verdadeiro é Oswald Chesterfield Cobblepot. 
Assim como o Coringa, tinha comportamento assassino em suas primeiras aparições. Mas, a partir de 1943, essa imagem foi atenuada e o criminoso se restringiu as infrações mais leves como fraudes, sequestros, apropriação indébita, extorsão e roubo armado. 
Nas últimas versões, retomou a velha indole sanguinária. Na década de 1990, tornou-se dono de uma casa noturna, chamada Iceberg, onde ocorrem negociações de toda a Máfia de Gotham. 
Atualmente, é um empresário legalizado, não tendo mais seu antigo status de assassino sanguinário, e sim de um mafioso. 
O personagem foi repetidamente citado como o pior e também o melhor vilão de Batman.
Os dois temas envolvidos em seus crimes são os pássaros de todo o tipo e guarda-chuvas dos quais tem dúzias. Cada modelo traz um truque diferente: armas ocultas, dispositivos de transporte, gás, pó, etc. 
Seu amor pelos pássaros foi explicado na história de sua origem.

Aparência do personagem

A aparência do personagem nos quadrinhos originais é de um homem de smoking e cartola, e com um nariz bem longo, lembrando o bico de um pinguim.
Pinguim



Dados da publicação
Publicado porDC Comics
Primeira apariçãoDetective Comics #58 (Dezembro de 1941)
Criado porBill Finger
Bob Kane
Características do personagem
Alter egoOswald Chesterfield Cobblepot
EspécieHumano
AfiliaçõesLiga da Injustiça
Esquadrão Suicida
Sociedade Secreta dos Supervilões
HabilidadesGênio criminoso;
Vasta parafernália;
Guarda-chuvas letal;
Vastas conexões com o submundo;
Grande líder;
Especialista em Judô.